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5 Notas

Aldous Huxley (Admirável Mundo Novo. Prefácio de 1946)

Aldous Huxley (Admirável Mundo Novo. Prefácio de 1946)

4 Notas

Fotografo para descobrir como é que uma coisa parece depois de ser fotografada
Garry Winogrand

6 Notas

A receita pode parecer improvável, mas esta coisa estranha de juntar o rock ao kuduro resulta mesmo. O disco Mambos de Outros Tipos é uma festa, é Throes + The Shine a aperfeiçoarem a fórmula do rockuduro, que os próprios inventaram.

Dois tipos absolutamente incansáveis na voz e um trio roqueiro que eleva o som da banda a um ritmo imparável apresentam-nos um disco com uma energia incrível e contagiante. Só lhe falta um aviso de NSFW (not safe for work) para evitar sermos apanhados a fazer do local de trabalho uma pista de dança.

Posto isto, ponham de lado os pré conceitos porque estão a ouvir gente a inovar na música portuguesa. Não sei se os Throes + The Shine vão deixar uma marca séria ou se vão passar por aqui de mansinho, mas tenho uma certeza: o que se ouve neste Mambos de Outros Tipos é novo e muito interessante.

Os Throes + The Shine são:
André do Poster - voz
Diron - voz
Igor Domingues - bateria e percussão
João Brandão - baixo
Marco Castro - guitarra e teclados

4 Notas

Os despedimentos de ontem. E de amanhã.

"«A dignidade só tem preço entre homens iguais e de estima recíproca», escreveu Albert Cossery. Se algum dia voltarmos a perceber isto, talvez os funerais deixem de ser os nossos."

7 Notas

Penelope, disco de estreia a solo de Sequin, pseudónimo da portuguesa Ana Miró, é uma incursão pelos caminhos da electrónica que revela uma compositora talentosa e uma intérprete expressiva, numa fase em que ainda parece andar à procura da sua voz.

Registo de atitude electropop (lembra bastante o som de Ladytron), dirige as atenções para as capacidades vocais de Ana Miró e ao colocar-se constantemente debaixo dos holofotes acaba por deixar a nu tanto as suas qualidades como as lacunas. Feitas as contas, ganha o lado bom.

Em Beijing (provavelmente o ponto alto do disco) ou Naive, por exemplo, o resultado final é excelente e revela que há muita margem de progressão neste projecto promissor.

Penelope é uma edição da Lovers & Lollypops e contou com a produção de Luís Clara Gomes, mais conhecido como Moullinex.

81 Notas

Susan Sontag, Ensaios sobre fotografia

Susan Sontag, Ensaios sobre fotografia

15 Notas

Sharon Van Etten - Your love is killing me

Extraído do último e belíssimo disco Are We There.

It’s understood
You’ll be a man by the time I see you
We’ve been through better days
And you’ve tasted all my pain

Break my legs so I won’t walk to you
Cut my tongue so I can’t talk to you
Burn my skin so I can’t feel you
Stab my eyes so I can’t see
You like it when I let you walk over me
You tell me that you like it
Your love is killing me

Try to tell you this when I’m sober, how I feel about loving you
Try to remember all the turn of events
Being led by our own fantasies, fantasies

Break my legs so I won’t walk to you
Cut my tongue so I can’t talk to you
Burn my skin so I can’t feel you
Stab my eyes so I can’t see
You like it when I let you walk over me
You tell me that you like it
When our minds become diseased

There he let it go, his temper, standing there
See her with his gun and he, steals love so he can feel alive
Everyone’s knees knockin’ at the fear of love
Taste blood
Everybody needs to feel

Break my legs so I won’t run to you
Steal my soul so I am one with you
From a distance I am on to you
But I’ll stab my eyes out so I can’t see
You like it
When I let you walk over me
You tell me that you like it
You love me as you torture me
You told me that you liked it
But I won’t let you see
All that I can do is what I can
With this pain you’ve given me
With this pain you’ve given me
Your love is killing me
Yes all your pain is killing me

26 Notas

Yashica Electro 35 GSN, Kodak Brownie 127 e Fujica 35 FS. Equipa modesta, mas trabalhadora.

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